o que esta acontecendo com a Terra?
chuvas torrenciais em um canto
secura em outro
a terra mexe
e leva ao chão, tudo
a onda vem
lava, quebra, destrói e mata
sobram para trás, corpos putrefados
que viraram adubo
que nutriram Gaia
ela esta se vingando
matando o patógeno
e se nutrindo dele
as lágrimas derrubadas hoje
Gaia já as teve que chorar
e encheu os mares
vingativa, Gaia quer sua saúde de volta.
Leonardo Xavier
terça-feira, 15 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
pipas vermelhas
meio perdi
sem nada, aparente, para fazer
vou a minha janela
olho o muro azul com manchas pretas
com galhos da mangueira do vizinho
mostrando suas folhas verdes vivas
e ao fundo, lá no céu azul acinzentado
lá em cima, com nuvens espaçadas
que revelam a chuva que passou
vejo, espantadamente, uma pipa
vermelha com sua rabiola esvoaçante
subindo e subindo
livre
e começo a me imaginar
alçando voo
me vejo do lado dela
livre, voando, solto
a cauda, majestosa, ao meu lado
e surge outra vindo, tímida, ganhando o céu
e se juntando a nós
para baixo tudo se torna microscópico
pequeno
pessoas, casas, problemas
tudo fica distante
supérfluo
e as pipas continuam livres, vermelhas, felizes
e eu as observando, sonhando
e desejando ser algum dia pipa
pipa vermelhas intensa, livre e majestosa
Leonardo X. Gonçalves
sem nada, aparente, para fazer
vou a minha janela
olho o muro azul com manchas pretas
com galhos da mangueira do vizinho
mostrando suas folhas verdes vivas
e ao fundo, lá no céu azul acinzentado
lá em cima, com nuvens espaçadas
que revelam a chuva que passou
vejo, espantadamente, uma pipa
vermelha com sua rabiola esvoaçante
subindo e subindo
livre
e começo a me imaginar
alçando voo
me vejo do lado dela
livre, voando, solto
a cauda, majestosa, ao meu lado
e surge outra vindo, tímida, ganhando o céu
e se juntando a nós
para baixo tudo se torna microscópico
pequeno
pessoas, casas, problemas
tudo fica distante
supérfluo
e as pipas continuam livres, vermelhas, felizes
e eu as observando, sonhando
e desejando ser algum dia pipa
pipa vermelhas intensa, livre e majestosa
Leonardo X. Gonçalves
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
não me limite
quero que me soltem as amarras
que me deixe movimentar
sair
não me prenda a sua mentalidade alienada
em sua vida tosca e insossa
seu idealismos hipócritas
em sua vida materialista regrada
não me faça viver sua vida
não tente me idealizar
montar-me em sua cabeça limitada
sou muito além
sou muito mais forte
sou singular
soltem minhas amarras
me deixe livre
assim mostrarei do que sou capaz.
Leonardo X. Gonçalves
que me deixe movimentar
sair
não me prenda a sua mentalidade alienada
em sua vida tosca e insossa
seu idealismos hipócritas
em sua vida materialista regrada
não me faça viver sua vida
não tente me idealizar
montar-me em sua cabeça limitada
sou muito além
sou muito mais forte
sou singular
soltem minhas amarras
me deixe livre
assim mostrarei do que sou capaz.
Leonardo X. Gonçalves
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Dejame a mi - Vanessa Martín
No sé,
esto de estar juntos cómo puede resultar.
Tan pronto me animo, tan pronto me vengo a atrás.
Este desconcierto no me hace ningún bien.
Tal vez,
nos guste demasiado que queramos repetir,
entres en mi vida con la fuerza de un fusil,
y me desordenes todo cuanto conseguí.
No.
No quiero barreras que me puedan contener.
No quiero tus manos que me puedan convencer.
No quiero perder las riendas de mi corazón...
Déjame quererte a mí, déjame morirme a mí por ti,
déjame extrañarte a mí.
Porque si te dejo a ti vas a ser mi perdición...
vas a ser mi perdición...
No sé.
De nuevo este caos por toda mi habitación.
Viene la pereza a visitarme en la emoción.
No sé si perderme o hacerte hueco en mi edredón.
No sé,
por qué quedarme quieta esta vez me cuesta tanto.
Por qué estoy tan segura de que puede hacerme daño,
y sigo en este impulso de beberme tu razón...
Déjame quererte a mí, déjame morirme a mí por ti,
déjame extrañarte a mí.
Porque si te dejo a ti vas a ser mi perdición...
vas a ser mi perdición...x2)
Porque si te dejo a ti vas a ser mi perdición
vas a ser mi perdición...
sábado, 22 de janeiro de 2011
no oco obscuro do meu interior
soam palavras ditas a esmo
soa, ressoa e soa
viajam livres e solitárias
por fora suo
suo angustia
desespero
e fico perdido
andando a esmo como
outrora andou e andam as palavras
dentro do meu oco
com o soar e o suor
elas e eu,
continuamos, a esmo, a caminhar
perdidamente
Leonardo X. Gonçalves
soam palavras ditas a esmo
soa, ressoa e soa
viajam livres e solitárias
por fora suo
suo angustia
desespero
e fico perdido
andando a esmo como
outrora andou e andam as palavras
dentro do meu oco
com o soar e o suor
elas e eu,
continuamos, a esmo, a caminhar
perdidamente
Leonardo X. Gonçalves
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
estranho sentir se vivo de novo
não sei quanto tempo durará
estranho, me sinto, ouvindo uma música
e sentir feliz.
ouvir, sentir, ser
estranhamente feliz
como outrora não me sentia
da ausência de algo
da escuridão do nada
surgiu a felicidade
ouço, sinto, sou
a música me embala um vontade
louca de sair dançando
gritar
enlouquecer
ouço, sinto, sou
enlouqueço, danço, grito
assim vou indo
Leonardo X. Gonçalves
não sei quanto tempo durará
estranho, me sinto, ouvindo uma música
e sentir feliz.
ouvir, sentir, ser
estranhamente feliz
como outrora não me sentia
da ausência de algo
da escuridão do nada
surgiu a felicidade
ouço, sinto, sou
a música me embala um vontade
louca de sair dançando
gritar
enlouquecer
ouço, sinto, sou
enlouqueço, danço, grito
assim vou indo
Leonardo X. Gonçalves
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